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Decrépitos 149 – DELETE: A Distopia Brasileira

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Na década de 2050, o planeta lida com as catastróficas consequências da Terceira Guerra Mundial e do aquecimento global, que redefiniram territórios e causaram caos, destruição, elevação dos níveis de poluição do ar e escassez de água potável. No Brasil há uma ditadura instalada, extremamente violenta e autoritária, e sua liderança está disposta a tudo para continuar no poder. Ao mesmo tempo, em um dos mega-edifícios do Rio de Janeiro, uma sangrenta e complexa trama se desenvolve, cujos resultados impactarão a vida de milhões de pessoas e darão início ao misterioso Projeto Delete.

Booooooom momeeento, Brasil!!!! Hoje Daniel Bayer, João Carvalho e Rafael Mordente destrincham o livro brasileiro DELETE, de Matheus Gamarra.

Duração: 1 hora e 27 litros de água potável.

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7 Comentários

  1. Kaio S Rodaelli
    9 de janeiro de 2018 at 12:47

    A editora Aleph lançou Nós aqui no Brasil no ano passado.

  2. This is ridiculous man
    9 de janeiro de 2018 at 14:55

    num tou conseguindo dar play no mozilla

  3. Leonardo Miranda
    10 de janeiro de 2018 at 01:36

    deixa os menino falar palestrinha

  4. 11 de janeiro de 2018 at 16:40

    Se me permitem um comentário para complementar o popiquesti:

    aquelas estruturas gigantescas no sim city não eram “archaeologies”, mas “ARCOLOGIES” (arcology). É uma referência (ou homenagem) ao conceito criado pelo arquiteto ítalo-estadunidense Paolo Soleri: https://en.wikipedia.org/wiki/Arcology . Soleri queria com a palavra unir “architecture” com “ecology”.

    Curiosamente, tratava-se de uma proposta utópica de aproveitamento máximo de recursos naturais com a ocupação mínima de território na superfície terrestre. Soleri é ligado às propostas e movimentos europeus normalmente chamados de “tecnoutópicos” (dos quais o archigram, o archizoom e o superstudio são os mais famosos). Apesar dessas propostas conterem, à época, muito de sarcasmo e ironia, no caso de Soleri tratava-se mesmo de uma proposta “séria” para a humanidade ocupar o planeta. Soleri foi responsável também por estabelecer uma ligação entre as tecnoutopias europeias com a contracultura norte-americana.

    Curiosamente, o que se esperava era uma convivência harmoniosa do ser humano com o ambiente natural e a superação dos conflitos sociais. O fato de estruturas similares serem usadas no livro como resultado de um desastre ambiental causado pelo ser humano torna o recurso narrativo ainda mais interessante.

  5. laura
    12 de janeiro de 2018 at 21:38

    João, “Nós” do Yevgeny Zamyatin saiu recentemente no Brasil pela editora Aleph 🙂

  6. Beatriz Tomas
    14 de janeiro de 2018 at 19:13

    Fiquei muito curiosa com esse livro. Pena que o meu kindle quebrou, e depois desse maravilhoso aparelho tecnológico não consigo mais ler pelo celular 🙁

  7. gilberto tedeia
    4 de fevereiro de 2018 at 00:12

    https://praticaradical.blogspot.com.br/2018/02/delete-e-distopia-politica-brasileira.html

    nesse post, eu rabisquei algumas coisas sobre o livro, é coisa demais para colocar aqui.

    Acaba assim: “Cabe destacar a fileira de farrapos de humanos quase androides que se matam e se esfolam graças a gerações de tecnologias de destruição em massa, recomposição de ferimentos, coleta de dados e resistência dos materiais empregados. Apenas uma certeza: ninguém se salva, embrutecem-se todos a cada volta do parafuso.”