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Decrépitos 110 – Chapiscando a Porcelana

Ou "Desastres Intestinais"

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Bom momento, cagões do Brasil! Está no ar mais um episódio fétido do podcast mais cocozin da internet.

Hoje Daniel Bayer, João Carvalho e Rafael Mordente contam suas histórias de EMERGÊNCIAS INTESTINAIS! Aquele momento onde a natureza chama e a gente precisa correr pra não se cagar passar vergonha.

Cocô na escola, cocô na rua, cocô no cinema, cocô no show, cocô em encontros amorosos, cocô em outros países e cocô no disco voador.

 

Duração: 1 hora e 21 descargas até rodar.

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 Produção e edição: Daniel Bayer
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  • P. Walker

    Tá difícil de conseguir um assunto original, né?

    http://www.naosalvo.com.br/nao-ouvo-015-merda-acontece/

  • Juliana Bárbara

    E a fé de que a vida pode ser melhor foi restaurada. Decrépitos de novo!! Aí sim.

  • Pablo Henrique

    Uma vez eu estava com uns amigos na rua e tal, mais ou menos 30 minutos andando de casa até que comecei a sentir uma dor de barriga, até ai tudo bem e tal. Com o tempo começou a incomodar, mas só naquele ponto que você no máximo se atenta pra não rir muito alto e acabar soltando um peidinho, com o agravante de que pode ser um peido molhado de catarro. Quando enfim resolvemos todos ir para a casa, eu comecei a calcular se ia dar tudo certo, quando já voltando vi que faltava uns 20 minutos de caminhada pra chegar em casa e a coisa já estava em um nível que eu tinha que compartilhar. Comentei com o amigo que estava voltando comigo que tava cheio de vontade de cagar e pedi pra parar na casa dele que estava mais proxima, uns 6 minutos andando. Ele falou que tudo bem, acontece que para mim não estava, eis que acabei soltando um previa da cagada que já melou a cueca, fedeu tanto que ele comentou “Ta foda mesmo, tu ta peidando já até” Eu comentei “Pode crer, peido” ai desisti de ir na casa dele, falei “Ah, eu deixa quieto, eu aguento, falou ai” Ele pegou o rumo dele e eu o meu. já desesperado a coisa desandou e eu dei um cagalhão forte, no meio da rua, sorte que tava de noite. Ai bateu aquele desespero né, faltava muito ainda pra chegar e eu tava literalmente cagado, quer dizer, isso nunca tinha acontecido, então coloca a gente numa situação inesperada e assustadora. Comecei a andar rapidão e sabendo que deus me odeia o caminho todo eu tive a certeza que ia encontrar alguém conhecido, a coisa já escorria pela perna. Acho que foi a certeza de encontrar alguém conhecido ou a vergonha extrema que fez meu nariz começar a sangrar. Agora eu era o cara cagado com o nariz sangrando brutalmente no meio da rua ás 2:00 da madrugada. Tinha a sensação de que todo mundo tava me olhando enquanto eu corria feito aqueles caras de maradona que eles correm com o calcanhar no chão. Cara, já tive sangramento nasal, aquela coisa que tu usa um lenço e logo para, mas dessa vez era brutal. Sangrava a ponto de escorrer pela camisa. Enfim cheguei em casa, por sorte não tinha ninguém, joguei as roupas foras e fui tomar banho chorando.

    • Segurar a risa lendo isso no serviço foi foda. Muito obrigado.

  • Que merda de popcast, hein!

  • Miurause

    Aqui no sul claramente mal rola carnaval, mas em compensação tem a Oktoberfest, e mano esses caras só tomando chopp o dia todo, aqueles banheiros químicos fedendo a urina + sexo + diarréia de ipa e viena + o filho de uma diarréia fazendo sexo com uma urina… o negócio é entrar na festa já rezando para deuses que deixaram de existir pra não dar nada durante a party.

  • Outra pérola do Decrépitos, que delícia! <3

  • Nyell Quantos

    Os melhores adjetivos das zinterneti!!

  • Rodrigo R Garcia

    Certa vez fui prestar serviço num escritório que só tinha um banheiro masculino e um feminino. Aí a vontade apertou, só que alguém travou e não saía do banheiro nunca. Nesse meio tempo, já começando a suar, descobri que em uma sala de reunião tinha um banheirinho que era usado como depósito. Bom, chegou uma hora que tive que apelar e fui no banheiro/depósito. Quando já estava nos finalmentes entra o diretor da empresa e comeca uma reunião na sala e começam altos papos sigilosos e tals. Sem saber o quanto aquilo ia demorar fiquei no dilema: saio já é passo o carão ou fico aqui na moita. Esperei um pouco, mas não parecia ter fim a tal reunião, e os papos começaram a ficar mais cabulosos (tipo eu não devia estar ouvindo aquilo). Bom, respirei fundo e resolvi sair. Meio sem olhar pra ninguém só saí repetindo “desculpa pessoal, foi uma emergência. Desculpa pessoal, foi uma emergência”

  • BLOFT

    Tomei toddynho
    fui pro colégio
    barriga doeu
    tentei segurar
    não deu
    corri pro banheiro
    explosão de merda
    voltei aliviado
    coitado
    voltei pra salaa sala
    viram e gritaram
    espirrou na minha calça
    eta caralha
    corri pro banheiro
    fui zuado
    2 dias em casa
    sem graça
    triste
    amuado
    voltei pro colégio
    nunca mais tomei toddynho

  • Lucas Jourihara

    Contarei aqui uma pequena historia que aconteceu comigo
    Era uma vez um pequeno eu de 12 anos, estava na escola. Como sempre tive problemas de intestino preso, e estava a aproximadamente uma semana sem fazer as bosta merda. na segunda aula do colegio bateu o desespero, a barriga doia desgraçadamente, tentei banheiro do colegio, estava imundo, tentei o dos professores (escondido) e o bolo fecal não saia de jeito nem um.
    A dor estava insuportavel, então pedi para ir pra casa
    Sai, peguei o onibus. no onibus começou a dar aqueles socos no cu, como se a merda estivesse encostando a carinha no meu esfincter e gritando, desesperada “ME DEIXA SAIR, PELO AMOR DO CRISTO REI”.
    Então começou uma grande batalha, tanto fisica quanto emocional entre contra o tolete de merda. Era um pequeno godzilla, ele não saiu mais cedo simplesmente porque o meu forico não tinha capacidade para por pra fora, mas agora meu corpo simplesmente estava empurrando com tudo sem nem ligar para minha integridade fisica e espiritual.
    desci do onibus, e foi então, a 3 minutos de caminhada de casa, na esquina, aconteceu. um toletasso febrozo ejetou do meu toba, foi uma sensação estranha, meu corpo todo estava fazendo força contra a vontade dele, e a bosta saiu com tudo. Minha barriga diminuiu imediatamente, o volume e a densidade daquelas monstruosidade era algo fora deste mundo, Chuto que aquilo tinha o peso aproximado de um bebe.
    As coisas complicaram quando, andando com o fraldão de bosta em meu cu, um amigo da rua veio falar comigo, e eu apenas falei “Oh vei, da licença ai, depois nois fala, to muito bem não” e o jovem, inocente, indaga “o que foi?” e eu respondo, com um olhar triste de quem ja não acredita mais num deus “caguei na calça, um tolete enorme simplesmente saiu”
    Minha cueca teve de ser jogada fora

    E essa é a historia de como perdi minha virgindade anal

  • laura

    Esse episódio foi tão Zueracast, deu até sdd

  • Alex Oliveira

    Um comentário: viram no vídeo que a menina da Jacuzzi tava tomando umas paradas pra alargar o rabo? Slk