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Decrépitos 72 – Malandramente

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Bom momento, malandrílsons do Brasil! Tá no ar mais um garboso episódio do podcast que é mais mané do que malandro!

Hoje Daniel Bayer,  João Carvalho e Rafael Mordente falarão sobre um assunto que o brasileiro entende bem: TRAMBIQUES!!!

Você vai querer comprar um telão pela internet, vai precisar ligar para a Polícia dos Cavaleiros do Zodíaco e vai trocar muitas coisas no ESCAMBINHO DA GALERA™ do bairro.

Então pegue o fone de ouvido do amiguinho e se prepare pra participar de um plano infalível pra roubar as provas da escola!

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ALTA 96 KBPS MÉDIA 64 KBPS ZIP 96 KBPS

Duração: 1 hora e 23 miniaturas de toalhas de mesa.

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  • fscoparo

    Que delícia de podcast

  • Luis Gelati

    Só comentando que João Havelange está vivo e ostentando seus 100 anos de idade.

  • João Rafael Fernandes Prearo

    Estava sozinho em casa, meus pais estavam viajando, só eu e meu cachorro. Devia ser uma hora da manhã, um baita silencio escabroso. Meu cachorro começa a latir, fui olhar pela janela e ouvi um barulho perturbador no jardim. PUTA MERDA ESTOU ASSALTADA. Porem, embora meus ouvidos delatassem algo anormal, meus olhos nada viam (devia ser algum gato). A paranoia durou mais uma meia hora regada a mais sons bizarros, idas e vindas entre cômodos nas pontas dos pés e meu cachorro latindo e olhado para o nada (e alem). ENTÃO, COMO UM ANJO, LA VEM O MENINO DECRÉPITO COM SEU EPISÓDIO NOVO. Tudo esta bem novamente. Decrépitos é amor, Decrépitos é vida.

  • Vinicius Camargo

    Finalmente alcancei os episódios semanais, foram 71 episódios que fizeram minha alegria aqui na contabilidade.

  • Willi Wonka

    Assim como o João, eu tbm queria ter super poderes quando criança. Na verdade até hoje eu me imagino ter super poderes.

    • PalmirinhaRadical

      os meus envolviam invisibilidade e nudez, era muito levada

      • Willi Wonka

        Eu só queria telecinese… Pra pegar o controle de longe e explodir cabeças, não é pedir muito.

        • PalmirinhaRadical

          Ai que horror, menino. Mas que controle? do megadrive?

          • Willi Wonka

            Controle da vida…

  • PalmirinhaRadical

    O huguinho me lembrou que eu sou suzi e não estou na pracinha. Nem a gazeta me tratava tão mal…

  • DiQuintino

    Caras, ri demais do caso da toalha. Tinha uma lista no buzzfeed com esses golpes, recebi há algum tempo e fiquei com preguiça de procurar 🙂

    Mas olha esse do mês passado: http://bit.ly/Almofadada

    Abraço “procês”

  • André Luiz

    Depois que descobri o decrépitos, Nerdcast perdeu a graça!

  • GAAP

    Porra, o João nem falou de sua experiência escolar, Bayer e Mordente dominaram e não houve um contraponto sobre a vida estudantil. Queria ouvir o lado estudioso da história. :/

  • Gustavo Feitosa

    Certo dia, em meados dos anos 90, abri meu cheetos e me deparei com um tipo inédito de tazo, era um com adesivo holográfico. No dia seguinte ostenteio-o perante meus colegas de escola, até que recebi a seguinte proposta, trocar aquele misero pedaço de plástico com adesivo holográfico em um ATARI!!! Para firmar a negociação bastava apenas a autorização da mãe do menino, que logicamente disse que NÃO! Fiquei muito tliste, muito tliste.

  • Mundo Grindx

    Na fera do rolo da minha quebrada você ainda acha Kolynus.

  • Wesley Zoppe

    Olá Decrépitos, já fui passado pra trás algumas vezes, contarei apenas 3 delas:
    1ª Sou de Americana/SP e fui pra Sampa a trabalho e do lado da estação Consolação, e tinha um casal que me abordou e contou uma história comovente e pediram dinheiro pro metrô, comovido, eu ajudei. Alguns meses depois, voltei lá e ainda estava lá o casal pedindo dinheiro com a mesma história. Concluí que eles “trabalhavam” dessa forma ou que era um casal muito azarado.
    2ª Eu estava na cidade de Piracicaba/SP, e em um semáforo veio um cara vendendo livros pra colorir, começou em R$10 e enquanto eu negava ele foi baixando, quando eu ainda negava em R$5 ele disse: “Me dá umas moedas ao menos pra um cafézinho” e eu pensei – “R$2 paga o café e levo o livro que era R$10”, muito bem, dei os R$2 e ele pegou e foi embora sem me dar o livro, afinal ele pediu pro café, não era pra venda do livro. Por isso que digo que o mané é aquele que tentou ser malandro em cima do malandro que se passava de mané.
    3ª Não tive a mesma sorte do querido decrépito em relação a bicicleta, na época dos meus 9 anos eu era um colecionador maníaco de álbuns, seja este o de ping pong, ou de copa do mundo 90, eu tinha 3 álbuns completos. Pois bem, um “amigo” meu me ofereceu a seguinte troca: Um álbum completo da copa e mais Cr$50 por uma bike bmx amarelae peças de uma caloi 10. Aceitei na hora!! Dois dias depois veio um moleque acompanhado de seu pai e de um policial pegar de volta sua bmx na minha casa, expliquei o mal entendido, mas nunca mais fui bem visto pela família desse moleque.

    Desculpe pelo livro,