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Decrépitos 49 – Essas Modinhas de Internet

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episodio49

Bom dia, boa tarde, boa noite, Brasil!! Estamos de volta com o podcast que nunca sai de moda lá na casa das nossa mães!

Hoje Daniel Bayer, João CarvalhoRafael Mordente vão retornar ao tema láaaaa do episódio 7azedar um pouco (mas nem tanto) falando sobre MODINHAS DA INTERNET.

Falaremos sobre o rio de chorume que invadiu o Youtube brasileiro, os ódios e os amores da turminha HUEHUEBR e tudo mais que a rede mundial de computadores cria, alimenta e destrói.

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Duração: 1 hora e 11 desafios

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26 Comentários

  1. Pedro de Moraes
    26 de janeiro de 2016 at 00:30

    Essa capa dá um processinho…

    • JoaocomJ
      26 de janeiro de 2016 at 01:49

      impossível dar processo, n dá nem pra ver quem está na foto

      • Pedro de Moraes
        26 de janeiro de 2016 at 02:07

        Verdade, essa barra nos olhos camuflou completamente

        • Akusueru Geeta do Forii
          26 de janeiro de 2016 at 03:29

          Quem é?

          • Pedro de Moraes
            26 de janeiro de 2016 at 13:48

            Eu acho que é a Nina Secrets, mas também pode ser a Kéfera ou a Anitta.

    • 1% Metaleiro
      26 de janeiro de 2016 at 09:20

      Porque? Foi tirada de um caderno do Picasso?

  2. fscoparo
    26 de janeiro de 2016 at 00:36

    Opa!

  3. Felipe Drux
    26 de janeiro de 2016 at 01:26

    Oloco bixo!

  4. JoaocomJ
    26 de janeiro de 2016 at 01:50

    Esse podcast ta tão bom que eu vou chamar de Gugu

  5. Pedro de Moraes
    26 de janeiro de 2016 at 02:11

    Sobre os youtubers ~teen~, realmente eles são bem medíocres, mas até aí a cultura adolescente em geral é, sempre foi e sempre será medíocre. #vivaglauberrocha

  6. Akusueru Geeta do Forii
    26 de janeiro de 2016 at 03:28

    Joinha!

  7. Anderson Cogo
    26 de janeiro de 2016 at 09:38

    Qualquer coisa que voce pensar existe versão porno e Romero Britto.

  8. Bob Golden Shower
    26 de janeiro de 2016 at 10:13

    Jesus aceita todos em seu Fã Club

  9. Matheus
    26 de janeiro de 2016 at 23:41

    Acho difícil criticar o conteúdo teen do YouTube em si. Deve-se lembrar que o objetivo principal de entretenimento é, com o perdão do pleonasmo, entreter. Embora bem vindas, críticas sociais rebuscadas, conhecimento científico ou lições de moral, não são pré-requisitos.

    Existe espaço para todas as formas de conteúdo.

    Minha irmã de 13 anos é inscrita no canal da Kéfera, Nina Secrets e Nomegusta, mas sei que ela também é no do Pirula, Nerdologia e Manual do Mundo. Isso faz dela burra?

    • Renato Santos
      27 de janeiro de 2016 at 20:22

      se ela sair do canal da kefera ela perderá boa parte de qualquer critica baseada no gosto dela rsrsr

      • Matheus
        30 de janeiro de 2016 at 17:04

        A questão Renato, é que a crítica do podcast foi um tanto quanto mal direcionada. O “chorume” do YouTube para mim não são os canais teens. Dei o exemplo da minha irmã porque eu sei que ela gosta desse tipo de conteúdo e isso não faz dela burra, como afirmaram no podcast.

        A real escória do YouTube Brasil são os canais que estimulam o ódio gratuito, a falta de diálogo e a ridicularização da ciência. Canais como o do Nando Moura por exemplo.

        • Akusueru Geeta do Forii
          2 de fevereiro de 2016 at 12:16

          Enquanto estava lendo “real escória” pensei automaticamente no Nando Moura antes de chegar ao final do comentário.

          • Matheus
            2 de fevereiro de 2016 at 21:11

            Pois é, ele realmente se esforça pra ganhar esse título.

  10. Rafael
    27 de janeiro de 2016 at 02:57

    Gostaria de fazer um comentário entediante que ninguém vai ler sobre o que o João falou sobre o Romero Britto:

    Eu não acredito que a maioria das pessoas odeie o Romero Britto pelo fato dele ‘prostituir a própria arte’, como disse o João; esse tipo de crítica me parece muito mais algum tipo de dissimulação, já são poucas as pessoas que têm algum tipo de posicionamento crítico da arte.
    De qualquer forma, gostaria de tomar essa posição crítica pois o que eu acho mais interessante de se discutir é: se o Romero Britto, apesar de seu empreendedorismo, é um artista genial, como diz o João, que destaca a facilidade de reconhecimento do autor como um sintoma de genialidade.
    Eu acredito que uma abordagem hegeliana nos diria muito sobre o assunto: pensando que os ‘por quês’ influenciam o ‘como’ e, consequentemente, ‘como’ influencia o ‘por quê’, podemos dizer que a motivação mercadológica que motivam as pinturas de Romero Britto influenciam sua técnica. A técnica na arte é, sabidamente, o meio pelo qual o artista pode suscitar discussões e questionamentos e guiar a historicidade da arte. No caso de Romero, a sua técnica é a mais apropriada pela indústria cultural: extremamente simplista, facilmente emulável e desinteressante, no sentido que não suscita discussões. Uma contraposição da arte barata de Romero seria a arte hiperrealista e o questionamento do Real, por exemplo.

    Eu não sou nenhum expert no assunto, mas sei de quem é: caso alguém tenha interesse, procure pelos anticasts com o Beccari e com o Gustavot Diaz, assim como seus textos no filosofia do desing, que são muito melhores que o meu.

    • 28 de janeiro de 2016 at 22:59

      Realmente, ninguem vai ler.

    • André Hideki
      29 de janeiro de 2016 at 09:37

      Eu li, e também ouvi o cast citado.
      Concordo com o Rafael em quase tudo. Exceto pelo ponto em se discutir se é valida a “arte” do RM, pois é uma perda de tempo, como tentar tirar leite quente de pedra

  11. Renato Santos
    27 de janeiro de 2016 at 20:20

    a parte de e-mails qualuquer dia vai ficar maior que o podcast, vcs são ótimos, o podcast podia ter mais de 1 hora.

    • Wesley
      27 de janeiro de 2016 at 23:40

      Go go episódios de 4 horas, rumo ao podcast progressivo.

  12. Wesley
    27 de janeiro de 2016 at 22:08

    Mais pontinhos pelo Mastodon.

  13. Alex Oliveira
    4 de fevereiro de 2016 at 02:59

    Sobre o comentário dos Youtubers: Eu e minha irmã tivemos a mesma criação, quase na mesma faixa etária e ela curte esse tipo de conteúdo e eu não. E aí?

  14. 1 de setembro de 2016 at 11:04

    Meu Deus a história da Catalina esta no Netflix! Clássico!